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Sessão que aprovou Reforma da Previdência pode ser anulada por ato inconstitucional

03 Nov de 2019 do YacoNews
Por Leonildo Rosas

Quando tudo está perdido, sempre existe um caminho. Quando tudo está perdido, sempre existe uma luz.

O início deste texto faz parte da canção Via Láctea, da banda Legião Urbana. Ela pode servir, porém, para que deputados de oposição e sindicalistas, que ficaram revoltados com a aprovação da Reforma da Previdência, apresentado pelo governo do Estado, não joguem a toalha.

Ainda existe um caminho, ainda existe uma luz.

No dia e na hora da votação na Assembleia Legislativa pode ter havido um atropelo gigante ao que preceitua a Constituição Estadual.

Em se confirmando, seria uma barbeiragem para entrar nos anais da história.

Segundo fontes quente deste Portal, combinada com matérias publicadas na imprensa local, nem o governador Gladson Cameli nem o vice-governador Wherles Rocha estavam em solo acreano quando 17 deputados da base aliada disseram sim ao pacote de maldades do governo.

Se isso realmente aconteceu, como garante a fonte, a sessão não poderia ter sido presidida pelo deputado Nicolau Júnior, pois o cunhado de Cameli supostamente era governador naquele momento.

Pelo o que estabelece o artigo 71 da Constituição, em caso de impedimento do governador e do vice-governador, o cargo será ocupado pelo presidente da Assembleia Legislativa.

Há fortes indícios de que o cargo ficou vago no dia 26 de novembro à tarde. O vice-governador viajou no voo de meio-dia para São Luiz do Maranhão. 

Gladson Cameli também viajou no período da tarde para Manaus. Para saber o horário da decolagem, basta os deputados e os sindicalistas exigirem que a Agência Nacional de Aviação Civil e a Infraero informem a hora do voo.

A informação é pública. 

Como foi dito: sempre há um caminho, uma luz.

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