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Deputados da base do governo poderão se reunir em outro local para a votação da PEC da Maldade sem a presença dos servidores e sindicalistas

07 Nov de 2019 do YacoNews

Diante do manifesto dos servidores e sindicalistas que aconteceu durante todo o dia desta quarta-feira (6), em virtude da não aceitação da reforma da previdência estadual proposta pelo governador Gladson Cameli (PP); há indícios de que os deputados da base do governo irão se reunir em um outro local para que a apreciação e votação da PEC da Maldade possa acontecer sem a presença dos manifestantes.


Se os deputados da base governamental optarem por se reunir em outro local para aprovar o referido projeto de lei, os mesmos estarão amparado pelo regimento interno da Assembleia Legislativa que diz o seguinte:

§ 3º Em caso de guerra, comoção intestina, calamidade pública ou qualquer outra ocorrência que lhe impossibilite o funcionamento em sua sede normal, a Assembleia poderá reunir-se em qualquer outro local, por deliberação da mesa diretora, ad referendum da maioria absoluta de seus membros.




A redação do site 3 de Julho Notícias entrou em contato com alguns sindicalistas que nos informaram que já estão tendo conhecimento desta situação e que não adianta eles se reunirem em outro local porque eles vão estar lá, seja aonde for, eles querem fazer valer os seus direitos que é dialogar e discutir essa situação direto com o governador, pois isso que é democracia.


O Governador Gladson Cameli quer empurrar essa reforma de guela abaixo, uma vez que o chefe do executivo estadual já deixou claro que projeto da reforma deve ser aprovado até sexta-feira, ainda esta semana, sem mesmo dialogar com os principais afetados que é o povo.


Os sindicalista e servidores em geral permaneceram por muito tempo na ALEAC, mas foram obrigados a se retirarem, devido os deputados sair do local e mandarem desligar todos os ar-condicionador e trancar todos os banheiro da Casa do Povo, e mais uma vez a votação não aconteceu, só lembrando que a PEC da maldade era para ter sido votada na terça-feira, mas graças ao manifesto dos sindicalista, líderes de associação e servidores em geral o projeto não foi aprovado até o momento.

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