POLITICA

Daniel Zen responde a críticos da econômica florestal: “Só não entende os que não têm boa vontade, os mal-intencionados e os maledicentes”.

25 de Outubro de 2019 YACONEWS
Proposta pelo deputado Edvaldo Magalhães (PC do B), a sessão solene para homenagear a Cooperacre foi aproveitada pelo petista Daniel Zen para responder às críticas dos que atacam a economia florestal.

Segundo o petista, a Cooperacre administra sete plantas industriais de beneficiamento de castanha, borracha, palmito e polpa de frutas. Possui 3.000 cooperados e movimenta mais de R$ 37 milhões por ano.

Zen relata que, além dos cooperados e suas famílias, emprega quase 5.000 pessoas, em época de safra; e mais de 400 na época da entressafra.

“Somando suas sete plantas industriais, é a maior indústria do Estado do Acre: a que mais emprega e a que mais recolhe impostos para os cofres públicos”, contabiliza.

Todos os seus produtos, explica Zen, são oriundos ou da floresta (castanha, borracha, óleo de copaíba etc) ou de sistemas agroflorestais (polpas de frutas, palmito).

“É nos SAFs onde há a consorciamento de diversas lavouras perenes na mesma área de terra, o que evita o uso de defensivos agrícolas, pois permite o controle natural de pragas e a correção natural de solo”, explica o parlamentar.

Para Zen, em contraponto ao latifúndio e à monocultura, que produz muito, mas concentra o resultado da produção nas mãos de poucos, a maioria dos cooperados são pequenos produtores, extrativistas ou da agricultura familiar,.

“São pessoas que contribuem para o desenvolvimento econômico verdadeiro, que é muito mais do que mero crescimento econômico: é crescimento, mas com geração de emprego, distribuição de renda, redução das desigualdades e inclusão social”, ressalta.

Daniel Zen finalizou dizendo: “Quando falo em desenvolvimento sustentável, em economia florestal, em bioeconomia, estou falando disso. Só não entende os que não tem boa vontade, os mal-intencionados e os maledicentes”.

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