RESENHA

RESENHA com Everaldo Cardoso

12 Abr de 2019 do YacoNews 

Relações históricas e sólidas passam por verdadeiras provações e alianças que pareciam indissolúveis nos palanques... parecem que não conseguirão se sustentar até os primeiros trovões de 2020.
O político de hoje é o ser humano de maior instabilidade... mudam de partido como se muda de camisa...  atacam o adversário à tardinha e, em face de uma adesão, já o abraça na manhã seguinte, sem o menor comentário.

´Política é assim´ - todos dizem...  daí aquele conceito do economista Gonzaga Mota: ´A política é dinâmica´.
Quando você disse nunca mais... não quero mais, melhor assim... isso é loucura, é absurdo... dias depois, me procurou e disse que não era bem assim, não necessariamente o fim... de repente as coisas mudam de lugar e quem perdeu pode ganhar.•.


Assim pode surgir um novo desenho político em sena Madureira!


Depois dos cem (100), dias republicanos de paciência e tolerância dos governos federal e estadual já tem muita gente sentindo saudades do passado... isso é fato.

O que se imaginava no inicio do ano era que, todos os atores que faziam parte do então poder politico, tão cedo não voltaria a figurar no cenário. 

Mais é vida que segue e como a politica é dinâmica quem perdeu pode ganhar nesse novo cenário.


Alguns poucos que tem a capacidade de enxergar à cima do muro já estão abrindo diálogos.


Efeito dominó 


De muitas expectativas a desilusão... nunca se ouviu tanto a frase ‘‘estelionato eleitoral’’, parece que esse é o sentimento que toma conta do povo... governo federal ainda não disse pra que veio e sua atração por polemicas nas redes sociais só lhe ajudaram a se eleger, hoje só lhe causam desgastes.

Em cem (100) dias, dois ministros demitidos e uma economia oscilante... o mercado nervoso faz com que o dólar dispare e a inflação já voltou a assombrar o povo.


No Estado estamos vivendo um (efeito dominó) do que se planta em Brasília... os primeiros cem (100) dias foram marcados por muita disputa de poder e também algumas baixas no primeiro escalão do Governo.


Os primeiros três meses do governo Gladson Cameli têm como principal marca a contradição no discurso... ‘‘meu governo não vai perseguir ninguém’’... ‘‘estou determinando a todos os secretários não quero ninguém do PT na minha gestão’’... segue as contradições com várias nomeações de pessoas ligadas aos governos passados e no outro dia segue-se a exoneração... hoje o articulador político é Ney do (PODER).


Expectativa de pegar carona


A expectativa de pegar uma carona na onda de mudança e entrar na disputa para a prefeitura de sena foi tamanha que um dia após a eleição já tinha candidato eleito se colocando na disputa da prefeitura.

Quem já estava lá também amplificou suas esperanças de logra êxito com o novo governo e as possíveis nomeações.


Alguns caciques que não ganharam mais entraram na disputa pra marcar território também ficaram na espreita.


Também sempre tem aquele nome nove, surpresa e que mesmo não ganhando adquiriu um capital eleitoral (votos).

Resultado é que com o (desgoverno) dos governos eleitos o povo já sinalizando para novas mudanças em apenas três meses, muitos que eram parece já não serem mais.



Mazinho parece está apostando no apoio da bancada Federal para garimpar recursos e assim da uma alavancada em sua administração agora que o verão está se iniciando.


O que mais se pergunta nos bastidores é se o atual grupo de Mazinho tem densidade política pra a disputa... Nilson Areal sempre me diz: tem o QUERER e quando o povo quer... também quando não quer... não podemos deixar de lembrar que Serafim já sai na frente, pois tem à (máquina) Prefeitura nas mãos.


Gerlen Diniz já comenta nos bastidores que não é mais candidato a prefeito. O que não sabemos é se isso não passa de uma estratégia para afastar a mira das metralhadoras que nessa hora são inevitáveis.


Diniz poderia está se articulando para indicar um vice em uma possível composição com o PSDB de Toinha.


Toinha Vieira será candidata, essa afirmação não vem apenas de seus apoiadores... também acredito que seja ate pela sobrevivência do seu grupo e principalmente do vice que é do seu partido e com certeza já esta pensando lá na frente.


Bastidores dão conta que existe uma articulação para juntar Toinha a um vice que também seja evangélico, para assim tentar lograr maior êxito possível neste seguimento.


Uma pergunta pertinente... seria alguém da assembleia de Deus, igreja de Toinha... ao que se sabe os lideres daquela denominação fazem parte da atual gestão... de resto, politico do meio evangélico são poucos.


Josandro Cavalcante vem afirmando e se firmando a cada dia como candidato a prefeito... novo, do meio evangélico, sem cargos ou indicados nos governos estadual e federal, em que pese ter ajudado a elegê-los, não tem seu nome ligado diretamente ao desgaste junto à população dos mesmos.


Resta saber se Josandro realmente vai manter sua candidatura e se vai conseguir fazer a leitura correta do momento politico... em assim se confirmando será com certeza, À SURPRESA.


A ESQUERDA


A turma ligada à esquerda esta quase que toda calada e acomodada, exceção feita aos dos ex-prefeitos e uma pequena turma de (enotáveis), que resistem em não parar de fazer política todos os dias... mais será com certeza o fiel da balança na hora de confeitar o bolo.

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