SENA MADUREIRA

Declarando guerra: Mazinho Serafim vai as redes sociais denunciar suposto "Nepostismo" de Gerlhen Diniz


O prefeito de Sena madureira Mazinho Serafim foi a sua página do facebook informar que pediu providências do Ministério Público contra a atitude do Deputado Gerlhen Diniz no que ele diz ser "NEPOTISMO CRUZADO".

Segundo Serafim em seu relato, Gerlhen teria usado de sua influência política para nomear seu irmão e sua cunhada que são policiais militares para a guarda militar particular do Governador Gladson Cameli. O prefeito ainda afirma que o contigente de servidores militares é muito pouco não podendo assim perder ao invés de ganhar mais policiais.

Leia na íntegra as declarações de Mazinho do seu face:

"Gostaria de manifestar o meu apoio à Polícia Militar e, preocupado com a segurança pública de Sena Madureira, enviei no dia 14 de janeiro o Ofício 04/2019 ao Ministério Público cobrando providências quanto ao ato do Deputado GEHLEN DINIZ que, em flagrante ato de NEPOTISMO CRUZADO, utilizou de sua influência política para nomear seu IRMÃO e sua CUNHADA como membros da Guarda Militar do Governador, retirando do pequeno efetivo de Sena Madureira dois policiais militares, prova disso é o teor do publicado no Diario Oficial do Estado do dia 10 de janeiro de 2019.

Tendo uma de suas metas como gestor o apoio à SEGURANÇA PÚBLICA e aos serviços desempenhados pelo Comando do 8º BPM, afirmo que a retirada teve fins POLITIQUEIROS de dois membros da corporação, parentes do deputado e afetou o trabalho voltado à população, reduzindo ainda mais o efetivo e abrindo espaço para o aumento da marginalidade.
Com muito esforço e apoio da Prefeitura Municipal, foi conquistado e pactuado um CONVÊNIO para incentivar a Polícia Militar no desenvolvimento de suas atividades, reflexo disso é a redução da criminalidade e ocorrências de homicídios.

É dever de todo político, escolhido pelo voto, velar pela LEGALIDADE de seus atos, o que não foi observado pelo então deputado que de forma escusa intermediou a retirada de seus parentes para atender interesses próprios junto ao Governo do Estado.

Peço que sejam tomadas as providências necessárias desse ato abusivo em afronto ao que está previsto na Constituição Federal."



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